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Senta que lá vem a história – Streets of Rage

Aoooowwww galerê, dessa vez resolvi voltar aos meus dias de infância com muita pancadaria! Sim, pancadaria, quebra-quebra  e muitos mais muitos inimigos. Quando eu tinha meu Mega drive, lembro de dois estilos que existiam aos montes na locadora, com muitos títulos e franquias. Beat’em up e shooters de navezinha.

Hoje escolhi uma franquia, que ao meu ver morreu cedo demais, por toda a diversão que nos trazia, seja jogando single-player ou modo coop com irmão ou amigo… então…

Senta que lá vem a história…

 

Streets of Rage, foi o primeiro da franquia desenvolvido e lançado em 1990 pela SEGA para o Mega drive, focado na pancadaria total \o/. Tudo começa quando uma poderosa organização criminosa invade a cidade dos nossos heróis, Axel Stone, Adam Hunter e Blaze Fielding. Ex-policiais comprometidos em acabar com a criminalidade e devolver sua cidade aos seu dias de glória.

Após a escolha dos personagens, você é enviado para as ruas da cidade, que estão tomadas por inimigos os quais você tem que descer o braço para derrotar e assim, seguir em frente pelas 8 fases do jogo. Além das armas que você pega do chão, após quebrar algo ou derrotar um inimigo, você tem o ataque especial, que nada mais é que um carro da policia que bombardeia a área com morteiros.

O jogo rivalizou diretamente com Final Fight da Nintendo, com temas bonitos, muitas cores, cenários bem trabalhados e algumas polêmicas o jogo marcou sua passagem pelo nosso querido Mega, tendo presença garantida na coleção de muitos gamers.

Em 1992, foi a vez de Streets of Rage 2 dar sequência ao sucesso da série, novamente Axel e Blaze são “solicitados” a limpar as ruas da sua cidade, quando o irmão de Adam, Eddie “skate” Hunter, entre em contato dizendo que a casa que divide com seu irmão estava toda desajeitada e o irmão desaparecido, que tinha novamente se juntado as forças policiais. O sequestro marca o retorno do sindicato para as ruas, causando todo tipo de transtorno possível, um verdadeiro pesadelo.

Axel, que agora era guarda costas, contata um velho amigo, Max e juntamente com Blaze e “Skate” começam sua caminhada para destruir novamente o sindicato, salvar Adam e reinstaurar a paz nas ruas.

A jogabilidade sofreu uma boa mudança em relação ao primeiro, novos golpes e especiais foram instalados, assim como novos chefões e todo mundo foi batizado com nomes diferentes, até a mudança de cores dos inimigos e chefes recebem novos nomes.

As fases também receberam uma nova cara, tendo agora mais de uma parte, com cenas dentro e fora de prédios, nas ruas e em elevadores. (esse eu tinha :P)

Streets of Rage 3 fechou a série em grandississimo estilo. Novamente o jogo implementou algumas mudanças, boas, que vieram a ajudar no decorrer do jogo, trazendo inclusive um novo ritmo para a jogabilidade, o jogo estava mais rápido e mais fluído, além de mais bonito também.

Na história dele, Mr. X chefão do sindicato, funda uma empresa chamada RoboCy, afim de esconder suas atividades criminosas. Após descobrir os planos dele de criar um exército de robôs realísticos o Dr. Zan contata Blaze que reúne Axel e Skate a fim de combater mais uma vez novamente (;P), os planos maléficos do vilão. O jogo tem vários finais diferentes, para o bem e para o mal.

Polêmicas

Streets of Rage disputa com Final Fight o título de melhor “Briga de Rua” para consoles na geração 16bits. Ambos os jogos tinham rixa até mesmo quando o assunto era polêmica. Assim como a série da Capcom, a franquia da SEGA também foi rodeada de polêmicas e decisões para evitar censura.

A terceira versão do jogo sofreu muitas modificações. Personagens femininas tiveram suas roupas “aumentadas” na versão ocidental do jogo. Mas se você acha que Posion era polêmica, é por que você não conheceu Ash. O sub-chefe do primeiro cenário usava roupas desconcertantes, e fazia várias poses com conotação homossexual. Ele foi retirado da versão americana, mas era possível controlá-lo através de um cartucho com cheats.

Streets of Rage 4

Durante a mudança de consoles de 16 para 32 bits existia o projeto de um novo jogo da franquia, desenvolvido por uma outra empresa, mas sob o comando da SEGA. A Gigante japonesa não gostou nada da idéia de portar o jogo para outras plataformas que não fossem da própria empresa nipônica, após boicotada a desenvolvedora, reformulou o game tirou as conotações referentes a franquia do Mega e assim nasceu Fighting Force, grande game do Playstation e Nintendo 64, que recebeu até uma sequência. Infelizmente para os fãs do estilo, o game não fez tanto sucesso e acabou morrendo na praia.

Streets of Rage Remake

É um projeto totalmente independente feito por fãs da série, apesar de parecer igual aos títulos originais, ele tem muita coisa boa, como opções de customização do jogo, 103 fases, os 6 personagens jogáveis da série, modos extras e a opção de criação de personagens e fases.

O jogo é muito divertido e nostálgico, trazendo lágrimas aos olhos dos fãs mais assíduos. Durante os vários níveis e várias opções de como começar e seguir jogando, você irá penar para chegar ao final, mas tudo isso é compensado pelas belas imagens, cutscenes e músicas do jogo.

É isso ai galerinha, espero que tenham gostado, espero que sintam vontade de jogar novamente ou pela primeira vez!

Pra que gostou, sigam me no Twitter @efraimjer e curtam a page do blog jogos indie no Facebook.

Aquele abraço!

Efraim
Fifa, CoD, Xbox, Flamengo, mangás, filmes de terror, livros e toneladas de games antigos e nostalgia!

4 comments

  1. jovem disse:

    pô, irmão, que saudosismo me bateu agora! quantas manhãs e tardes jogando Streets of Rage com o meu irmão no nosso Mega Drive… os anos 90 deixaram saudades.

    • Efraim Efraim disse:

      é pra isso mesmo que esse post serve hhaahhaa… causar esse sentimento … e dar vontade de jogar tudo de novo abraço irmão

  2. Garanhão italiano disse:

    Cara que saudades. Realmente o tempo passa muito rápido. Ficou muito bom o Streets of Rage Remake. O meu Mega-Drive está guardado até hoje,mas vou jogar no Pc.
    parabéns pelo post só quem jogou sabe.

  3. jovem disse:

    valeu por reavivar uma época muito feliz da minha infância. um abraço!

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