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Senta que lá vem a história – Metroid

Aoooowwww moçada, voltando a ativa aqui e remontando a história de uma das franquias mais fortes da Nintendo!

Com certeza esse jogo abriu as portas e as mentes de muitos jogadores ao redor do mundo, com uma história que contava com nuances próprias e variava conforme era narrada, Metroid, nos levou a uma galáxia que podia muito bem ter saído de um filme de alienígenas e ficção cientifica.

Com uma mecânica voltada a exploração e ao upgrade de armas e da “suit” de Samus, os primeiros títulos nos desafiaram a vencer as bases subterrâneas de um planeta dominado por ets, chefes e chefões finais.

Nos games mais atuais isso muda um pouco, mudando para uma visão 3D, a exploração e jogabilidade tomam um novo conceito e avançam a série dentro dos novos consoles. Mas vamos que vamos…

Senta que lá vem a história…

A série teve inicio em 1986, com o primeiro titulo sendo lançado para o Famicom Disk System, um megazord da Big N, que acoplado ao NES, lia disquetes, isso no Japão. Também foi lançado no ano posterior a versão com cartucho para o próprio NES, nos apresentando Samus Aran, uma das primeiras protagonistas mulheres do mundo dos vídeo games. Na terra do sol nascente isso foi segredo até a hora em que você fechava o game, quando Samus tirava sua Suit. Na Versão americana o manual trollava todos os jogadores, fazendo várias citações masculinas a respeito da protagonista principal do game.

Nos dando um mundo gigante para explorar, aonde era possível escolher pra que lado ir, Metroid nos proporcionou um dos primeiros games não lineares nos consoles caseiros. Por causa do tempo necessário para fechar ele um sistema de passwords no NES e um save-game no disk system, para que os players pudessem tomar um folego no meio da jogatina. Por tudo isso esse foi um dos jogos mais populares da era NES.

Metroid II: Return of Samus, foi lançado em 1991 para Game boy, a missão principal não era de coletar os itens e sim de achar e matar todos os Metroids em um novo planeta, SR388. Esse contribuiu para a serie trazendo novas armas e itens além de revelar alguns detalhes do Chozo e dos Metroids. Devido as limitações do Game Boy, Metroid II também redefiniu algumas escolhas do design, como a power suit de Samus que virou padrão para o resto da série. Embora o game só tenho recebido reviews positivas, é o game menos popular da série, possivelmente pelos gráficos em preto e branco e uma história totalmente linear.

O terceiro titulo da série, Super Metroid, foi lançado em 1994 para o Super Nes. Retornou ao gameplay clássico do primeiro jogo, com vários power-ups para Samus. Ele se passa no mesmo planeta do game original, mas ajudado pela capacidade de melhorada do SNES, os cenários são maiores e mais bonitos e também mais diversos. Foi um sucesso no seu lançamento, sendo agraciado com boas notas por seus gráficos, som e tamanho. Até hoje ele é muito popular até hoje, ocupando frequentemente posições top nas listas de “melhor game de todos os tempos”, sendo até o numero um listado pela Electronic Gaming Monthly. (#partiu jogar :P)

Seis anos após o lançamento do último jogo, em 2000, a Big N anunciou que a Retro Studios estava desenvolvendo um novo Metroid para o Gamecube e que a própria Nintendo estava criando Nintendo IV para o Game Boy Advance.

Ambos os jogos foram lançados em 2002, Metroid Prime para o Game Cube e o Metroid IV renomeado para Metroid Fusion. Fusion se passou alguns anos depois de Super Metroid, enquanto Prime se posicionou entre meio os dois primeiros games. Por terem sido lançados juntos você tem alguns bônus conectados entre os dois games: quem termina o Prime pode jogar com a Samus usando a nova Fusion Suit, terminando Fusion você destrava o Metroid Original para jogar.

Embora tenha gerado uma Hype enorme, Prime teve suas controvérsias. Todos os primeiros games do Metroid era em 2D, o novo seria em 3D com uma perspectiva em FPS, também gerou uma certa desconfiança já que, Prime não foi desenvolvido pela Nintendo. Alguns chegaram a pensar que esse seria apenas mais um FPS razoáveis, já que o tal estúdio contratado nunca tinha terminado nenhum de seus trabalhos anteriores. Porém, a Big N deu a volta nisso tudo se referindo a Metroid Prime como o “first-person Adventure” que você tem que jogar.

Após seu lançamento as criticas foram incríveis. Todo mundo descobriu que Prime preservou e aprimorou o tema e a jogabilidade da série já consagrada e o colocaram entre os melhores jogos de todos os tempos. O jogo trouxe o sistema de scanner que deu um novo sentido a exploração dos cenários.

Fusion, recebeu o mesmo tratamento porém, levou algumas criticas ruins por sua jogabilidade muito linear, apesar de ser aclamado por ter mantido o side-scrolling original e sua história entrelaçada. Nos trouxe também a Fusion Suit um grande marco do jogo.

Um segundo jogo para o Game Boy Advance, Metroid: Zero Mission, foi desenvolvido e lançado pela Nintendo em 2004. Foi um Remake e recontou a história do original, trazendo áreas e elementos de gameplay do original assim como novos. A história, nos dá um pouco mais de luz sobre a história de Samus Aran, ela é muito mais detalhada que a do Metroid original e também trás similaridades com Metroid prime como novas áreas e músicas, como as ruinas de Chozo. Também trazia uma versão do Metroid Original como um bônus desbloqueável.

Um segundo jogo para GameCube foi lançado também em 2004 nomeado como Metroid Prime 2: Echoes. Echoes é a sequência direta para Prime e também foi desenvolvido pelo Retro Studios. Também sendo um First-Person Adventure como o antecessor, porém, trazendo um novo conceito de Mundos Claros e Obscuros, como a idéia de The Legend of Zelda: A link to the past. Algumas coisas até foram apontadas como terem sido tirados do Link to the past como chefões. E também introduziu um sistema de munição para os Beams de Samus, o que não era necessário antes.

Dois títulos foram lançados para o Nintendo DS em 2005 e 2006, Metroid Prime Pinball e Metroid Prime Hunters que foi creditado como o melhor Jogos de Aventura/tiro em primeira pessoa para um sistema portátil. Muitas armas, muitos caçadores, mundos, chefes e labirintos foram adicionados a história. Multiplayer é o modo mais respeitado do jogo, oferecendo inúmeros modos e jogabilidade online via Wi-Fi Connection.

Em 2007 Metroid Prime 3: Corruption, deu fim a trilogia Prime. Samus viajou por 4 novos mundos com sua nave. Seu objetivo era de destruir os Leviathans que chegavam a esses planetas e corrompiam eles com o Phazon, como acontecia em Tallon IV no primeiro titulo. Esse foi apontado como um dos melhores controles em um jogo de console, muito parecido com a opção de Mouse e Teclado dos PCs. E também boas notas foram creditadas pelos gráficos e músicas. Apesar de não ter um moto multiplayer online você podia trocar itens extras por vouchers que você achava no jogo porém foi criticado por ser muito curto do que os outros Primes.

Em 2010 vimos o último metroid lançado até então, Metroid: Other M, um programa que uniu Nintendo e o Team Ninja. Entre Super Metroid e Metroid Fusion, contando a história de como Samus se reabilitou e voltou a lutar contras as forças do mau galácticas.

O game trouxe uma câmera meio esquisita, que fica entre um 3rd person e outra coisa qualquer. 

O game não foi um total sucesso como seus antecessores, com controles muito simplistas porém, foi bem visto por seus gráficos e história interessante, mas os upgrades de samus, beeem diferentes dos títulos anteriores, não agradaram. Até a voz de Samus foi criticada por não passar emoção. Alguns diálogos foram difíceis de entender e difíceis de seguir, fazendo com que alguns pensassem que algo se perdeu durante a tradução.

O último jogo que temos noticia é Metroid Dread, anunciado ainda em 2005 porém, até hoje nem cheiro deste jogo.

É isso ai Galerê, até  a próxima semana.

Aquele abraço!

Efraim
Fifa, CoD, Xbox, Flamengo, mangás, filmes de terror, livros e toneladas de games antigos e nostalgia!

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