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Primeiras Impressões – AU: Aeternum Universus

O jogo do Centro RPG que irei apresentar os 30 primeiros minutos hoje é o AU: Aeternum Universus, um jogo de Mecha que estava bastante empolgado para conhecer.

AU: Aeternum Universus

Antes de iniciar o jogo eu vi que ele seria uma série de dois ou três jogos.  Ao iniciando AU, vemos um menu simples,  porém personalizado do jogo.

Ao iniciar um novo jogo, conhecemos um pouco mais de sua história, que se passa em 7315 D. C. em colônias e outros planetas com três grandes nacionais que batalham entre si:

U.C.E. (União das Colônias Espaciais)

A.C.O. (Associação das Constelações Oeste)

Federação Solar

Essas nações utilizam UMTs (Unidades Moveis Tripuladas) que são maquinas gigantes em forma de humanos para combate. Essas armas foram responsáveis por bastantes guerras e sangue derramado, mas uma nova organização chamada Nexus surgiu e conseguiu impor à paz a força entre as nações.

Após esse inicio da história, inicia o primeiro jogo de Aeternum Universus.

Ao iniciar a história, encontramos o personagem principal, Mathias Granqvist, e logo percebermos que o jogo segue o mesmo estilo de narração da história de Inkey University ou do jogo Front Mission.

Seu personagem é logo interrompido por outros dois personagens: Axel Van Den Baar e Mirian Silva, seus companheiros de batalha. Você ficará sabendo que vocês três foram chamados para uma missão de investigar um misterioso sinal.

Ao chegar à sala de comando, seu superior Selçuk Turan, informa que captaram um misterioso sinal através de um sistema antigo e que este sinal não foi reconhecido pelo poderoso sistema de inteligência artificial atual. Para um jogo independente, existiu nessa parte bastante atenção em como construir um enredo coerente sobre o misterioso sinal que estava sendo enviado, relacionamento entre os personagens e um boa união da trilha sonora.

Após compreender e receber a missão, os três personagens, tendo como líder da missão o Major Mathias Granqvist, usam seus UMT e seguem para a missão.

O local indicado pelo sinal é uma antiga colônia destruída durante uma das guerras do passado. Porém o sistema de defesa que aparentava estar desativado reagiu a presença dos três personagens, iniciando a primeira batalha do jogo. Caso você deseje, poderá visualizar tutorial do sistema de batalha do jogo. Caso já tenha jogado Front Mission ou outro RPG Tatics, estará acostumado já com este sistema de batalha.

Após derrotar as naves ativadas misteriosamente pelo sistema de defesa, podem finalmente seguir para o local do sinal, o interior da colônia. Porém para a surpresa dos personagens, o interior desta colônia estava intacto, o que torna a situação ainda mais estranha para os personagens.

Ao entraram na sala de onde veio o sinal, encontram uma câmara e através do sistema de inteligência artificial é possível analisar e descobrir uma fonte de energia vinda de dentro desta câmara.

A análise do S.O.A. revela um humano inconsciente dentro da câmara. Ao resgata-los e sair da colônia os personagens são surpreendidos por um UMT, controlado por uma enigmática mulher.

Inicia então uma batalha contra a enigmática mulher que deseja testar o poder dos três pilotos, porém para surpresa destes, essa mulher é mais poderosa do que os três juntos e a batalha termina com a presença de uma nova personagem, uma velha conhecida de  Mathias e parceira da enigmática mulher.

Após uma breve conversa sem muitas revelações de quem sejam as personagens, a dupla inimiga segue seu caminho deixando os três personagens continuarem em sua missão de volta a nave de comando.

Acabamos aqui os primeiros minutos do jogo. Gostou dessa história? Curioso sobre o enredo? Poderá saber o resto da história baixando o jogo que esta disponível no link no final da página.

Conclusão

Bom, se você é um fã dos jogos Front Mission, pode ter absoluta certeza que vai gostar de AU. O jogo durante os 30 primeiros minutos não pecou em nada para mim. Enredo que desperta a curiosidade, sistema de batalha, personalidade dos personagens, trilha sonora, tudo está muito bem organizado.

Vale a pena conferir. O link esta ai embaixo:

AU: Aeternum Universus

Lembrando que se o jogo não funcionar, pode ser preciso baixar o RTP, que pode ser encontrando nos outros post dessa série de Primeiras Impressões.

Criador do Jogos Indie, amante de jogos, terror, música, anime e programação. Estudante de mestrado com foco em jogos na educação. Louco por Resident Evil e... sei lá, acho que é isso O.o

One comment

  1. Vash disse:

    Um jogo muito bom e que vale a pena ser conferido. E é tático ainda por cima. 🙂

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